Quem não estava morrendo de saudades??? Bom eu estava. Hoje segundona temos uma deliciosa história picante enviada por mais um leitor de plantão. O cara é bom mesmo viu? rsrsrs
Vamos ao conto?“Tarde no litoral”
Conheci Marcela por acaso, num sábado à tarde, no litoral. O dia
não estava ensolarado, mas estava agradável para caminhar. A praia estava vazia. Depois de uma
caminhada, parei num quiosque, uma gordinha deliciosa parou também, e logo
trocamos olhares, ela tinha um olhar atrevido e alegre. Era uma mulher
baixinha, de seios grandes e pernas grossas, morena, de cabelos curtos, sensual. Ela começou a conversar com o dono do
quiosque, e logo eu estava no meio da conversa e sem que percebêssemos, saímos
caminhando e conversando.
Marcela, muito sensual e falante, era casada, mas naquele fim de semana estava sozinha. Caminhávamos e conversávamos sobre vários assuntos à beira da praia quando começou a chuviscar e depois a chover. Tão rápido quanto veio o primeiro pingo, desabou uma aguaceira que nos deixou molhados. Mal tivemos tempo de procurar um abrigo. Estávamos com a roupa colada no corpo, deu pra ver o contorno do delicioso e exuberante corpão dela, debaixo do vestidinho florido, que ia até os joelhos. Percebi que Marcela trazia um maiô por baixo.
Marcela, muito sensual e falante, era casada, mas naquele fim de semana estava sozinha. Caminhávamos e conversávamos sobre vários assuntos à beira da praia quando começou a chuviscar e depois a chover. Tão rápido quanto veio o primeiro pingo, desabou uma aguaceira que nos deixou molhados. Mal tivemos tempo de procurar um abrigo. Estávamos com a roupa colada no corpo, deu pra ver o contorno do delicioso e exuberante corpão dela, debaixo do vestidinho florido, que ia até os joelhos. Percebi que Marcela trazia um maiô por baixo.
Daí a chuva deu uma trégua, mas ela disse: Que pena o papo estava tão bom.
Estou molhada, agora tenho que ir pra casa. Eu
lhe respondi que o papo não teria que acabar. Convidei-a para continuarmos a
conversa no meu hotel, já que estava hospedado ali perto. Ela disse que não
seria bom, que ela era casada, que não estava certo. Logo, sabiamente argumentei:
O que você vai fazer agora? Completando respondi: Aposto que vai pra sua casa,
vai ficar sozinha vendo televisão. E prossegui, vendo que ela hesitava. Falei:
vem comigo, a gente pode tomar um lanche no hotel, beber um vinho e conversar
mais um pouco. Ela argumentou, mas sem muita convicção. Peguei-a pela mão e fomos
para o hotel. Lá, arrumei uma roupa pra ela tomar um banho. A única coisa que
consegui arranjar foi um roupão com o logotipo do hotel. Ela entrou no banho,
peguei a sua roupa e pedi pra camareira lavar e secar. Quando ela saiu do
banho, estava muito sem graça por estar vestida com aquele roupão e eu sabia,
sem nada por baixo. Estava se achando horrorosa, eu lhe disse que ela estava linda.
Tomei meu banho, já excitado com o que poderia acontecer e vesti um roupão
também, pra ela não se sentir tão mal, eu disse. Só que eu vesti uma cueca. Pedi
um lanche leve e um vinho. Ela riu, achou muito "chique" estar num
sábado à tarde, tomando vinho de roupão. Eu ri também, bebemos e conversamos. Ela
me disse novamente que estava se achando ridícula vestindo aquela roupa, que a
estava deixando mais gordinha. Eu todo
galante respondi: Que nada, você está deliciosamente provocante. Ela
sorriu e disse, que mentira, Gabriel. Não é mentira não, você está muito
atraente Marcela. E ela tímida, mas decidida me disse: me serve mais vinho. E
continuamos conversando. Durante o lanche e após algumas taças da bebida, ela
me olhava e ria, já bem mais desinibida. Coloquei a mão no seu ombro, sob o
pretexto de lhe mostrar alguma coisa. Ela não disse nada, mas colocou a sua mão
sobre a minha.
A principio foi só um roçar de lábios, nossos lábios se buscaram
lentamente e ao sentir aquela língua na minha boca, meu corpo inteiro
estremeceu. Sua boca era gostosa demais, ela passou os braços ao redor do meu
pescoço e correspondia, loucamente. Aprofundei mais o beijo, e puxei-a pela
cintura, colando meu corpo no dela. Apertei-a. Abracei-a mais forte, puxando-a
mais para mim. Voltei a beijá-la com mais ímpeto dessa vez, como se quisesse
devora-la. Fui empurrando Marcela até encostá-la na parede. Enfiei a mão por
dentro do roupão e acariciei suas costas e cintura, afundando a boca no seu
pescoço, mordendo-a de leve, ao mesmo tempo em que ia lhe apertando mais contra
a parede, falando que ela era gostosa, e que eu estava louco por ela. Meu tudão
latejava de tesão por dentro da cueca.
As carícias e os amassos já haviam aberto um pouco seu roupão. Comecei a tocar seus seios bem devagar, fazendo-a gemer contra minha boca, passei minhas mãos pela sua barriga e fui descendo mais até seus quadris, colocando minha coxa bem no meio das suas pernas. Não consigo mais me controlar, eu disse, quero transar com você. Em resposta, ela me beijou. Suguei sua língua enquanto sentia que ela se esfregava lentamente, na minha coxa. Senti sua lindinha quente e macia se esfregando na minha coxa. Ai que tesão, eu dizia, entre beijos e beijos. De repente, ouvimos um telefone tocar. Era o celular de Marcela. Eu não queria que ela saísse dos meus braços. Ela saio e foi atender o telefone, sem desviar o olhar de mim. Era o marido, instintivamente, Marcela fechou o roupão. Enquanto conversava com o marido, ela se afastou de mim. Quando desligou o telefone, ela me pediu desculpas, disse que eu era muito legal, mas que tinha que ir embora, que não estava certo. Peguei na sua mão, com força e disse: Não vai, eu disse. Fica comigo. E sem dar tempo dela pensar, abri o seu roupão. Os seios saltaram, volumosos e exuberantes. Fui empurrando-a para a cama, tentando beijá-la. Ela reclamava: para, Gabriel, é sério, para. E afastava a boca sempre que eu ia beijá-la, mas consegui subjugá-la e comecei a dar curtos beijos no seu pescoço, começando pela orelha e com o tempo, comecei a passar a minha língua no seu pescoço.
As carícias e os amassos já haviam aberto um pouco seu roupão. Comecei a tocar seus seios bem devagar, fazendo-a gemer contra minha boca, passei minhas mãos pela sua barriga e fui descendo mais até seus quadris, colocando minha coxa bem no meio das suas pernas. Não consigo mais me controlar, eu disse, quero transar com você. Em resposta, ela me beijou. Suguei sua língua enquanto sentia que ela se esfregava lentamente, na minha coxa. Senti sua lindinha quente e macia se esfregando na minha coxa. Ai que tesão, eu dizia, entre beijos e beijos. De repente, ouvimos um telefone tocar. Era o celular de Marcela. Eu não queria que ela saísse dos meus braços. Ela saio e foi atender o telefone, sem desviar o olhar de mim. Era o marido, instintivamente, Marcela fechou o roupão. Enquanto conversava com o marido, ela se afastou de mim. Quando desligou o telefone, ela me pediu desculpas, disse que eu era muito legal, mas que tinha que ir embora, que não estava certo. Peguei na sua mão, com força e disse: Não vai, eu disse. Fica comigo. E sem dar tempo dela pensar, abri o seu roupão. Os seios saltaram, volumosos e exuberantes. Fui empurrando-a para a cama, tentando beijá-la. Ela reclamava: para, Gabriel, é sério, para. E afastava a boca sempre que eu ia beijá-la, mas consegui subjugá-la e comecei a dar curtos beijos no seu pescoço, começando pela orelha e com o tempo, comecei a passar a minha língua no seu pescoço.
E ela continuava a pedir para eu parar,
com uma voz fraca e ofegante, eu não resiste e comecei a chupar, lamber e beijar
o seu pescoço, enquanto tocava seus seios com as mãos. Coloquei seus braços
para trás, para seus peitos ficassem empinados e comecei a sugar seus mamilos
duros e gostosos, ora um, ora outro, ia alternando com chupadas, mordidelas e
mais chupadas fortes e firmes, chupei com vontade, com tesão, com sede, sem
pressa até sentir seus biquinhos duros como pedra e ela não conseguir conter um
gemido. Voltei à sua boca e dessa vez ela correspondeu novamente aos meus
beijos, como antes, isso me arrepiava e me dava um enorme tesão. Soltei os seus
braços e mãos e deslizei a mão pela sua barrigona, de pele macia, acariciando
virilha e coxas, até chegar em sua lindinha, que estava toda molhadinha. Peguei
ela com firmeza e comecei a chupar sua lindinha deliciosa, ela gemia, segurou a
minha cabeça entre as coxas e com a minha boca colada na sua lindinha ficou
gemendo com minhas chupadas. Suas
pernas tremiam, ela gemia deliciosamente. Foi
quando ela enfiou a mão por dentro da cueca, e colocou o meu tudão pra fora. Pegou nele e o masturbava mexendo na
cabecinha enquanto continuava a me beijar. Toquei
seus seios, sentindo que estavam durinhos. Me come, ela disse. Tirei a roupa ,segurei meu tudão, duro
e comecei a passá-lo pela sua entradinha, esfregava-o na lindinha bem na
portinha agora mais encharcada do que nunca. Passei pra cima e pra baixo,
sentindo sua lindinha toda melada. Te
quero dentro de mim, vem, ela sussurrava. Comecei
a enfiar e tirar. Estava muito gostoso. Enfia logo, amor. Quase sendo uma ordem.
Então comecei a enfiar bem devagar, primeiro a cabecinha e depois o resto aos
poucos, entre beijos na boca. Ai que delicia, ela dizia, e eu gemia de tesão e
a chamava de gostosa. Nossos corpos estavam colados e eu sentia a sua lindinha
contrair o meu tudão. O tudão entrou todo e comecei a me movimentar dentro
dela, devagar, saia e entrava. Ela
gemendo de prazer, começou a masturbar o grelinho. Eu urrei de prazer e aumentei a
velocidade, e cada vez mais forte entrando e saindo. Quero gozar, amor, ela disse. Trocamos de posição e ela ficou em
cima de mim. Ela começou a me cavalgar muito gostoso, nem rápido nem devagar,
sempre olhando profundamente em meus olhos e eu admirando aquele rostinho
gordinho e vermelho.
Ela apoiou uma das mãos no meu peito e com a outra se masturbava gemendo muito.
Até que ela disse que ia gozar, e senti sua lindinha contrair o meu tudão. Esporrei gostosamente dentro dela e ela pediu pra ficar dentro dela até amolecer. Abraçamo-nos fortemente, nos apertamos ainda com aquela sensação em nossos corpos. Depois nos beijamos. Ficamos por uns instantes abraçados, relaxados sentindo aquela sensação de alívio e de prazer. Ficamos um tempo mudos curtindo o restinho do prazer.
Até que ela disse que ia gozar, e senti sua lindinha contrair o meu tudão. Esporrei gostosamente dentro dela e ela pediu pra ficar dentro dela até amolecer. Abraçamo-nos fortemente, nos apertamos ainda com aquela sensação em nossos corpos. Depois nos beijamos. Ficamos por uns instantes abraçados, relaxados sentindo aquela sensação de alívio e de prazer. Ficamos um tempo mudos curtindo o restinho do prazer.
Até a Próxima...
Beijoquinhas Dany Pimentinha ;)
0 .:
Postar um comentário
Dê sua opinião. Ela é muito importante!