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O QUE DIZ AS FANTASIAS SOBRE NÓS?!


Olá Minhas Delícias!!!
Mais uma madrugada... e eu aqui pensando...pensando... (Risos). Cheguei a uma conclusão: meu forte não é pensar (Risos). Mas ainda assim vamos a um post delicioso e cheio de personalidade. Será?... Então vamos a ele. Será que as fantasias sexuais retratam a nossa personalidade? Bom fantasias todos nós temos não é verdade? E o que dizer diante de tantas informações sobre o mundo sensual e sexual? As fantasias que temos, geralmente são inúmeras e Coloca-las em prática depende de vários fatores: local, oportunidade, disposição e até a sorte de encontrar alguém que tope participar. Mesmo que fiquem restritas à imaginação, as fantasias são inerentes à sexualidade e é saudável tê-las. Quase todas as fantasias nos remetem a algo ou algum desejo reprimido, que por conta de algumas coisas ou circunstancias muitas vezes não são declaradas.
Há algumas fantasias que são comuns, como por exemplo transar vestidos de alguma coisa, ou lingerie ou ainda em lugares nada comum, tem pessoas que desejam simplesmente transar com um desconhecido, ou para alguns homens ou mulheres ter parceiros do mesmo gênero, mas a história de vida e os planos de cada um é que podem revelar, com precisão, o que há por trás delas. As fantasias sexuais podem dizer não só o que desejamos, mas que estamos lutando contra determinado anseio, isso já foi dito por uma psicóloga a Arlete Gavranic, do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática. 
As fantasias triviais, porém, funcionam como um exercício de autoconhecimento, de tocar o intocável. Por isso, confira a análise de especialistas e entenda melhor os seus desejos: As fantasias mais comuns já vistas em bate papos sejam entre amigos ou em redes sociais estão alguns exemplos: Transar com "ex" e atual ao mesmo tempo: (nunca experimentei... mas bem que podia =D ).
Há a hipótese de que o término esteja mal resolvido. Mais provável é que quem tem essa fantasia sonha em mostrar que pode se dar bem com outro parceiro na cama, como uma espécie de exibicionismo ou vingança. A fantasia também pode indicar necessidade de controle e sentimento de posse, além de uma vontade de demonstrar que faz sexo muito bem e que é capaz de dar prazer a quem quiser.
Sexo à força:(As vezes é bom né??? para quebrar o gelo ;). Costuma ser mais comum entre as mulheres... (por incrível que pareça viu Minhas delícias???). Aquelas que se excitam ao se imaginar sendo forçadas a fazer sexo certamente querem se isentar de qualquer tipo de responsabilidade ou culpa em relação ao sexo. Não podendo recusar, o sexo não macularia a imagem de boa moça. Muitas garotas tiveram uma educação sexual rígida, assimilando, assim, o conceito de que o desejo é vulgar, feio ou indecente.
Dominar alguém na cama: 
Esse tipo de fantasia remete a uma associação equivocada de afeto e violência. Essa vontade se instala na infância e, muitas vezes, pauta o comportamento sexual do adulto, que se excita com o uso da força, porque não consegue suportar a manifestação de carinho baseada na carícia. Ela ainda pode denunciar baixa autoestima a pessoa pode necessitar que o outro se submeta para se sentir segura. Mas essa é frequente e muito saudável, pois mostra o desejo de sentir-se importante, forte e demonstra autoconfiança ou o desejo de fortalecê-la.
Apanhar:
Há diversas explicações possíveis: autopunição por achar que os desejos sexuais são impuros ou errados, fetiche masoquista de sentir prazer na dor, rebeldia e até história de rejeição familiar ou amorosa a pessoa se sente cuidada mesmo ao levar um tapa, uma palmada ou sentir o estalo de um chicote. Se não houver um nível que caracterize violência física nem psíquica, cada um pode combinar até onde o “tapinha” (ADORO) pode chegar e brincar com a dor e o prazer com quem quiser e confiar.
Fingir que é prostituta:( Segredinho... risos;D). O fato de fingir que é prostituta permite à mulher se sentir mais livre e sedutora. Como uma profissional, ela pode sair do papel da boa moça e demonstrar interesse e prazer ao transar. Existe ainda a possibilidade da fantasia de que, encarnando uma prostituta, tudo é possível. A mulher também pode encarar o papel de que se submete ao mando e à agressividade do parceiro. Há, embutida, a vontade de investir na submissão. Apesar de mais comum em mulheres, o papel pode ser assumido por um homem, seguindo a mesma lógica.
Tratar a parceira como prostituta:
Essa fantasia dá ao homem o prazer do poder oriundo da desigualdade que se estabelece entre os parceiros na relação. É a necessidade de se sentir superior. A parceira seria obrigada a fazer tudo que ele quer, pois ele está pagando. Para alguns homens, é uma autorização interna para práticas e prazeres diferentes com a mulher "de família", como sexo anal, sexo oral com ejaculação, entre outras. Mulheres também podem assumir o papel de clientes para seus homens, fantasiando que eles são garotos de programa. Os sentimentos, nesse caso, também são parecidos com os deles.
Imaginar que está com alguma celebridade enquanto transa:
É uma fantasia corriqueira e inofensiva, que levanta a autoestima e faz a pessoa se sentir especial para uma pessoa famosa, que, ainda na imaginação, tem uma vida interessante e emocionante e, mesmo assim, está valorizando alguém comum e que, no fundo, adoraria estar se sentindo assim tão especial para o companheiro ou companheira. Outra explicação é a fuga da rotina, de um parceiro convencional ou do romantismo associado ao sexo um bom exemplo é imaginar que está transando com a vilã ou o bandido de um filme.
Transar com alguém desconhecido: (Tenho medo, mas tenho uma inveja de quem tem coragem...).
Significa desvincular sexo de compromisso. Ao ir para a cama com um desconhecido, a pessoa pode se soltar completamente, sem nenhum tipo de repressão, já que não há cobranças. Essa fantasia permite deixar toda a sua história de vida para trás e reescrevê-la do jeito que achar melhor, sem passado nem culpa. Quem alimenta essa fantasia não quer que haja nenhuma avaliação prévia. Com o desconhecido, a pessoa se solta mais, aposta na bizarrice, na perversão e na vulgaridade.
Pensar em pessoas amigas ao se masturbar: 
Isso, obviamente, indica interesse sexual, que pode ser camuflado por razões sociais, familiares ou pessoais (dificuldade em aceitar que sente desejo por alguém do mesmo sexo, por exemplo). Há quem não o admita nem para si mesmo, o que acaba gerando angústia. Algumas vezes o simples fato de compreender, assumir e exercitar essa fantasia resolve a questão e permite que a vida siga seu curso normalmente.
Eloisa Noronha
Do UOL.
Por isso Delícias que eu prefiro que cada qual tenha sua escolha e realize sua fantasia da maneira que melhor convir.
Até a Próxima...
Beijoquinhas Dany Pimentinha.

Experiências #4

Olá minhas Delícias!!!
Hoje é sexta-feira fim de semana chegando e nada melhor que um post light para ser desfrutado... e nada melhor que as experiências de sua linda online. Curtam esse post e deliciem-se com as experiências amorosas (rsrsrsrsrsrs).

Experiências #4

Boa noite, suas lindas. Como falei no post anterior meu namorado está longe de mim =( e por isso tenho mais tempo para escrever. Então vamos continuar...
Minha "relação amorosa" era sustentada por hoooooras de ligações, lembro que eu chegava da escola mais menos 13:20h, almoçava, ligava o computador e quase 14h, eu ligava para o número de sempre - eu nem lembro mais como é o número, quando eu preciso falar com alguém que mora nessa casa tenho que recorrer a agenda telefônica (em pensar que um dia o número era quase um mantra para mim, aliás, os números, já que eram dois tipos: um fixo e um celular) - ele atendia, claro, ele sabia o horário e sabia quem era. As ligações começavam com: Oi. Pronto, o outro já sabia quem era! Era divertido e emocionante, já que eu tinha um romance, que começou confuso e ingênuo, mas um romance.
E então, depois do natal, eu estava solteira. Antes do ano novo, fui pedida em namoro. Na verdade não foi muito bem um pedido, foi como se já soubessemos o que estava acontecendo, só estávamos assumindo isso e falando em voz alta para o outro ouvir. Ele me perguntou: Nós somos o que?. Eu respondi: Amigos?. Ele: Então tá, tchau, até ano que vem. Eu: Ei, que foi?. Ele: Nós somos mais que amigos. Eu: Hã?. Ele: Você sabe... não finja q não está entendendo... Eu: Tá bom, somos namorados. Simples assim, tínhamos começado um relacionamento que teve de saldo váaaaaarias horas registradas na conta telefônica e um único beijo. Mas, que com (não me lembro exatamente) 3 meses chegava ao fim. Não me lembro o motivo, nem sei se cheguei a saber porque terminamos, mas eu era orgulhosa demais para procurar saber ou pedir desculpas, se fosse o caso. Resolvi esquecer a "paixão" (eu acho) que eu tinha por ele. E aproveitei para esquecer tudo dele, e ele.
Não derramei uma lágrima sequer, nem magoei meu coração, que só doía quando alguns dos nossos amigos me diziam que ele gostava de mim. Bom, não pude fazer nada quanto a isso (e nem tinha interesse, embora até demostrasse algum). Do que eu mais gostei disso tudo foi ter um amigo, UM FIEL E CONFIDENTE amigo. Isso para mim foi a melhor parte de toooodas as coisas que aconteceram, porque eu tinha com quem conversar, eu tinha com quem compartilhar as coisas, e eu tinha a quem PERGUNTAR as coisas. Eu adorava tirar dúvidas sobre meninos com ele, e ele me dizia, quase sem vergonha de dizer! rsrs
Depois disso eu nunca mais soube o que era ficar mais de 1h no telefone com alguém, quiçá quase 4h, com um menino/homem. As únicas pessoas com as quais eu demoro no telefone é com as meninas, afinal de contas são MUITAS resenhas! rsrs.
Bom, suas lindas, por hoje é só. A dica é: PROCUREM CULTIVAR AMIZADES COM HOMENS! rsrsrs. BOA NOITE :)
 

Até a Próxima...
Beijoquinhas Dany Pimentinha.